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Recursos humanos para clínicas médicas: 4 dicas para começar

Foi-se o tempo em que recursos humanos era a área da empresa destinada apenas para contratar, treinar, acompanhar e demitir funcionários.

Não é que o setor deixou de fazer essas tarefas. Muito pelo contrário. O RH ainda é responsável por cuidar das funções, das remunerações, contratações, treinamentos, benefícios e gestão de conflitos dentro de uma organização, seja sem fins lucrativos ou mesmo comerciais.

Só que hoje em dia o setor de recursos humanos é a principal área do consultório que vai conseguir melhorar o nível de competitividade e de rendimento do estabelecimento.

O departamento de recursos humanos surgiu em meio a Primeira Revolução Industrial quando as empresas começaram a perceber a necessidade de garantir que todas as ordens dos patrões fossem cumpridas pelos funcionários.

Mas todo esse conceito mudou quando surgiu a Consolidação das Leis Trabalhistas pelo mundo todo. No Brasil, essa legislação foi promulgada em 1943 por meio do Decreto nº 5452 em primeiro de maio.

Inclusive, essa data é celebrada todos os anos como dia do trabalhador justamente por conta dessas diretrizes que foram inseridas no código civil da sociedade brasileira.

A partir desse marco na história do país, o setor de recursos humanos passou a ser entendido como um departamento que deve ser instaurado em todas as empresas, independentemente do segmento e do tamanho, como forma de cuidar das boas relações de trabalho e também como uma forma de verificar se todas as exigências estão sendo cumpridas em ambos os lados dessa relação mercadológica.

Quando você ouvir falar do termo gestão de recursos humanos, saiba que estão se referindo ao agrupamento de estratégias, conhecimentos e técnicas que visam atender aos colaboradores de uma maneira satisfatória ao mesmo tempo em que essa mesma classe de trabalhadores está auxiliando os donos das empresas a alcançarem objetivos de faturamento e lucro.

Nesse texto você vai ver qual o papel da área de recursos humanos dentro de uma clínica médica, qual a importância de instaurar um dentro da organização e como você pode começar a fazer isso hoje mesmo.

O que realmente faz o RH?

O setor de recursos humanos pode ser encarado como um mediador que faz o intermédio entre empresários e funcionários. Então se a empresa está precisando de um novo médico para o departamento de cardiologia, por exemplo, o RH pode ajudar a encontrar e admitir essa pessoa. O mesmo ocorre em casos de expansão e implementação de novas áreas que ainda não tinham sido exploradas até então.

Essa escolha mais profissional e assertiva vai diminuir as chances de trazer um funcionário que não vai se adaptar à empresa e vai reduzir o nível de rotatividade naquele local.

Também pode ser mais do que isso se for levado em consideração uma área que existe dentro do RH que chama Departamento pessoal, que faz a ligação com a estrutura patrão e funcionário com os órgãos governamentais.

O RH fica responsável pelo capital humano da empresa, também auxiliando no gerenciamento da marca, criação e fiscalização da cultura organizacional.

Tem impacto direto em todas as companhias porque lidam com atração e manutenção de talentos para execução da atividade exercida.

Esses papéis têm sido cada vez mais valorizados e demandados visto as intensas e repentinas mudanças que têm ocorrido tanto pelo comportamento humano, como por questões sociais e econômicas, principalmente por conta da pandemia da covid-19.

Qual é o papel dos recursos humanos na clínica?

Você já deve ter percebido ao ler esse texto que criar um departamento de recursos humanos dentro dos estabelecimentos comerciais é uma atitude muito importante que pode definir diferentes aspectos do desenvolvimento mercadológico.

O ramo da saúde se inclui nesses aspectos e, por se tratar do cuidado com a vida humana, reforça ainda mais essa necessidade.

Ao cuidar dessas e tantas outras questões similares, o RH cria um impacto não só na organização, mas também em como o paciente é tratado em todas as etapas de processo e de resgate de bem-estar.

O recursos humanos dentro da clínica médica vai auxiliar os gestores e todo o restante da parte administrativa. Mas como? Se dedicando somente ao controle, cuidado e orientação dos demais funcionários do consultório ou do hospital.

Ao permitir que uma pessoa ou um grupo de pessoas assuma essa função, além de manter uma supervisão de todos os processos trabalhistas, você também está abrindo espaço, se preocupando e permitindo que exista um melhor ambiente de trabalho para todos os colaboradores do quadro de empregados da clínica.

Você como gestor deve identificar inúmeros problemas durante o dia a dia, não é? Tanto na parte técnica como na parte burocrática. Essas situações podem ser resolvidas, ou minimamente reduzidas, com o auxílio do RH.

Eles podem desenvolver treinamentos, fornecer cursos e materiais que vão atuar justamente nas tarefas e habilidades que os colaboradores precisam desenvolver com mais afinco.

No quesito atendimento, por exemplo, o seu setor de RH é quem ficaria responsável de treinar secretárias médicas e fornecer técnicas para que elas lidem melhor com os pacientes, com os demais funcionários e até membros de outras instituições, como as operadoras de planos de saúde.

Já no setor jurídico, a parceria com o RH pode funcionar como uma forma de compreender e aplicar constantemente as diretrizes da legislação de saúde suplementar no Brasil.

Para o corpo de médicos, o RH pode controlar agendas, escalas e carga horária de trabalho, garantindo que haja bom desempenho e alto nível de produtividade, mas que também tenha descanso e reposição de energia a fim de não comprometer o atendimento e gerar erros médicos.

O trato interpessoal pode se tornar melhor, já que a boa prática de RH vai desaguar em comunicação mais eficiente, seja verbal ou não verbal, entre todos os setores. Habilidade muito útil para clínicas que trabalham com práticas integrativas, por exemplo.

Qual a importância? 

Importância dos recursos humanos

A eficiência e o ritmo de produção dos colaboradores dependem de cada um deles, certamente. Mas não é só isso. Esse nível de esforço individual pode ser ainda maior ou então menor dependendo de como a organização está, dos protocolos e rotinas que são feitos e do tanto de motivação e cuidado que as áreas de gestão têm com o restante da equipe.

Investir na estruturação de um setor de RH é se preocupar com a boa saúde e bom andamento da sua clínica médica, bem como a satisfação dos colaboradores e da relação com a parte legislativa também.

O RH também é importante para manter o fluxo de feedbacks que deve existir entre todas as partes do estabelecimento, criando espaço para sugestões, críticas e reforços positivos.

Pode parecer algo simples, mas esses cuidados melhoram o engajamento que o colaborador tem com a marca e com o nível de satisfação que ele vai desenvolver pelo o que está produzindo diariamente.

Como iniciar os recursos humanos dentro da clínica

Toda hora é hora de pensar no setor de recursos humanos. Pode ser na abertura de uma clínica, nas atualizações e medições ou então no momento de crescer as atividades econômicas.

Para ficar mais fácil, verifique se uma dessas situações descritas abaixo fazem parte atualmente da sua clínica médica:

  •  Profissional mais engessados que sentem dificuldade em inovar
  • Aumento da rotatividade de funcionários sem motivo específico aparente
  • Baixa produtividade e motivação da equipe, independentemente do setor
  • Clima da empresa ruim e carregado. Longe de ser algo leve, amistoso e amigável.

Se você se identificou com pelo menos uma das situações listadas, saiba que está na hora de contar com um time de RH.

Para iniciar esse setor na sua clínica, saiba que você vai precisar fazer novas contratações para a área de recursos humanos ou então contratar uma empresa terceirizada que possa cuidar disso para você.

Para contratar e formar um setor de RH, leve em consideração alguns fatores sobre os candidatos ou então as empresas terceirizadas:

Experiência com RH

mulher com pasta na mão sorrindo

Importante contratar pessoas ou empresas que já tenham algum tempo trabalhando nessa área de recursos humanos. Muito além dos anos, é importante pesquisar o histórico da carreira desse profissional ou da terceirizada para saber o quanto de comprometimento ético e o nível de responsabilidade que tiveram ao longo desses anos de experiência.

Inovação e recursos

O quanto essa pessoa que está sendo avaliada consegue inovar dentro da própria área e, ao mesmo tempo, transferir essa capacidade para os demais setores da empresa? O quanto de recurso ela tem ou é capaz de criar para fazer aprimoramento e lapidar processo? Esses dois pontos também estão conectados com a capacidade de flexibilidade e adaptação que a área de recursos humanos precisa ter.

Facilidade em se comunicar

Aqui serve tanto para questões verbais e não verbais que costumam acontecer durante o convívio presencial, mas a boa comunicação nos dias de hoje também é medida pelo tanto que uma pessoa tem de habilidade com ferramentas tecnológicas, como e-mail, aplicativos de mensagens instantâneas ou ainda uso de programas e softwares.

Familiaridade com a classe médica

Por último, mas não menos importante! Seria ideal se os novos funcionários que serão admitidos para cuidar da parte de recursos humanos ou então a empresa terceirizada escolhida já tivesse trabalhado com esse departamento em empresas de saúde. Assim estariam mais acostumadas e habituadas com os detalhes e demandas particulares da área. Principalmente no que diz respeito às normas do Conselho Federal de Medicina e também às Convenções Coletivas de cada cargo e especialidade.

Viu só como implementar ou inovar no setor de RH da sua clínica médica é extremamente importante para o bom funcionamento e bom atendimento ao público?

No entanto, existem muitas outras ferramentas que podem facilitar a sua vida de gestor e otimizar a sua empresa. Para ter acesso a mais conteúdos como esse, continue navegando no blog na Amplimed e veja os demais artigos disponíveis que podem alavancar a sua prestação de serviço na área da saúde!

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